Loba e Livre

Feliz Aniversário.






Hoje é aniversário do meu pai. Fui falar com a minha irmã e ela disse: liga pro papai que é aniversário dele.
Infelizmente só de pensar em ligar pra ele e ter que ser falsa me dá dor de estômago e eu começo a chorar.
Nini me falou "Guria, liga. Você é melhor que isso." Mas não é birra sabe? É dor mesmo, me dói falar com ele, me dói só de pensar. Eu me sinto aquelas pessoas que eu sempre critiquei, que se prendem a coisas mesquinhas, que remoem sentimentos por anos e anos, que sofrem por coisas que não dependem delas.
Eu não sei se vou conseguir falar com ele sem chorar muito e ficar muito triste por muito tempo...E eu não quero ficar sofrendo mais, eu não quero me tornar uma pessoa amarga. Apesar disso eu não sei quanto tempo vou demorar pra perdoa-lo. Não sei mesmo. E olha que eu tento sabe, eu tento não ligar pra essas coisas, eu tento me convencer de que o meu sofrimento é porque eu esperei demais de alguém que nunca vai conseguir atingir minhas expectativas.Mas me faz tão mal que eu já tô chorando aqui, me faz tão mal que fiquei braba e me acabei de chorar porque minha melhor amiga queria dançar uma música dele na segunda fase do vestibular dela, tocar nesse assunto, pensar nessa situação acaba comigo.
O pior é que eu não achei que fosse ficar tão mal sabe? Eu fui criada sabendo que as coisas eram assim, cresci recebendo raras ligações e demonstrações de afeto. O meu maior problema é achar que as pessoas devem demonstrar amor do mesmo jeito que eu, ou pelo menos, de algum jeito que eu não precise me esforçar pra entender. Quando cai na real, quando percebi que as coisas nunca iam "evoluir" do jeito que eu esperava, que eu nunca ia ser realmente parte de algo, que essa ~névoa~ de esquecimento e falta de atenção ia continua ali pra sempre...me desesperei.
Tentei sabe, eu tentei "resolver" as coisas (ou pelo menos desabafar pra ver se ele entendia), fui muito muito grossa e estúpida sim, boba, mas eu esperava que ele fosse adulto e agisse como um adulto, um pai talvez, não precisava nem ser dos melhores.
Não, ele me tratou como se eu tivesse 12 anos e estivesse reclamando porque não ganhei o brinquedo que queria. Me doeu muito (e dói ainda) ver que ele realmente não liga a mínima, que ele pensa que eu, que estou aqui há quase mil quilômetros de distância, estou reclamando da falta dele do mesmo jeito que minha irmã que vê ele todo dia reclama de falta de atenção.
E desde então eu tô sem falar com ele.
Ele me ligou várias vezes e eu não atendi porque me dava crise de choro, várias...4 ou 5.
Eu achei que ia ficar tranquila, que não precisava de pai coisíssima nenhuma, levantei a bandeira do: minha mãe é pai e mãe. Me fodi. Tô aqui desesperada, mal, ferida. Eu sei que não devia, que a culpa é minha, que infelizmente ele não vai mudar e não vai ser do jeito que eu quero, que o que me frustra são as minhas expectativas, mas é muito triste. Além de triste é chato, me incomoda, dói, consome. O que mais me revolta é que já passei por situações piores, perdi pessoas mais importantes, mas estou assim por causa de um pai ausente. Que enganou minha mãe mais vezes do que eu posso contar. Burra de mim que sofro por essa situação ridícula que eu mesma criei.
Tô tentando melhorar/perdoar/entender mas não sei quanto tempo vai demorar e olha, tá difícil.

Acho que desisti.

Desisti do blog faz tempo, mas não é sobre isso que eu preciso escrever.

Desisti de muitas coisas esse final de ano, entre elas, da companhia de gente que não faz questão nenhuma de estar comigo. Desisti de comer carne também (faz um tempinho), o que tem tanto significado quanto ter desistido de algumas pessoas, porque eu desisti de fazer parte da morte de bichinhos que não tem nada a ver comigo.
É difícil desistir de pessoas, na hora parece que você tá sendo mesquinho, covarde, fraco. Pior ainda é ficar lutando por alguma coisa que nunca vai dar em nada e você sabe. A minha desistência foi um ato de amor-próprio, porque ninguém nunca me perguntou como eu me sentia ou se importou com os meus problemas, a única pessoa que pode colocar um fim a essa dependência doentia de atenção sou eu.
Bom, vamos a história:
Eu nunca tive uma família feliz e perfeita, mãe, pai, irmãos, casa de vô e vó pra ir no final de semana. Mesmo assim, tive uma educação muito melhor do que a maioria das pessoas que eu conheço que tiveram tudo isso.  Cresci, bonitinha, sem pai mas com uma mãe que vale por todas as mulheres que eu já conheci na vida, guerreira, que conseguiu me dar tudo o que eu precisei sem nunca demonstrar quão difícil foi, que sempre foi sincera comigo e me explicou tudo o que eu quis saber mesmo quando eu era pequena demais pra entender.  O tempo passou e minha família cresceu, ganhei pai, madrasta, irmã, meia irmã, meio irmão, tia, tio, primxs e mais um milhão de gente querida que surgiu meio de repente. Foi lindo, legal, incrível, fiquei muito feliz em ver que tinha tanta gente que gostava de mim mesmo sem me conhecer! Fiquei tão eufórica que esqueci a minha outra família, que eu já tava cansada de conviver e que eu conhecia tão bem que achava chata. O tempo passou e eu fui percebendo que o espaço que eu tinha pra ocupar na minha família nova era limitado e tinha data de validade. É por isso que eu acho que pior do que ter e perder ou nunca ter tido, é achar que  tem e na verdade estar se iludindo. Aconteceu comigo, infelizmente eu demorei bastante pra perceber. 
Eu nunca vou me esquecer de quando eu quebrei o braço. Foi na escola, eram 8 horas da manhã e minha mãe chegou lá em 5 segundos (mentira, não lembro, estava desmaiada). Tive que fazer uma cirurgia e ia colocar um pino no braço, acabou que conseguiram colocar o meu braço no lugar e eu só fiquei uma eternidade usando gesso. Minha mãe ficou no hospital comigo, eu fiquei o dia inteiro, das 8 da manhã as 8 da noite sem comer, minha mãe cuidou de mim, me aturou com fome (a única pessoa do mundo que conseguiu) e quando eu entrei na cirurgia ela estava lá, ficou morrendo de medo junto comigo e me esperou acordar quando terminou. (In?)Felizmente minha mãe não é super legal, diferentona e engraçada como a minha nova família, mas foi ela que sempre esteve lá mesmo quando eu achava que não ia precisar mas precisei. Toda a infância que eu vivi sem o meu pai não vai voltar, não que tenha sido horrível e triste, eu só cresci com espaço para um número limitado de pessoas que eu consigo amar incondicionalmente, e infelizmente atingiu a lotação máxima antes que ele pudesse (ou quisesse) fazer alguma coisa pra melhorar a situação. Como está escrito na porta do meu armário há muitos anos, uma das minhas metas de vida é "estar bem comigo mesma para atrair quem me faça bem" que nesse momento significa: Identificar o que/quem me faz mal e não alimentar sentimentos ruins. Preciso de tempo para digerir essa perda ilusória mas né, fazer o que, sou taurina e me apego demais.

Sobre vegetarianismo e comida de shopping.

Oie gentes!Depois de muito flertar com o vegetarianismo, diminuir meu consumo de carne e chorar lendo coisas sobre exploração animal, decidi virar vegetariana, finalmente. Pois bem, estou em fase de testes, haha, não sei se vou conseguir ficar muito tempo sem comer carne, preciso mudar minha rotina de alimentação, descobrir lugares novos e baratos, cozinhar mais... De qualquer forma, tenho o apoio da minha besty forever e do meu namo, que resolveu largar a carne junto comigo. O primeiro dia foi de boa (?), hoje fui almoçar no shopping e fiquei um pouco chateada por terem fechado o restaurante de massas que eu amava muito e tive que comer penne ao molho quatro queijos e pagar uma fortuna. Comecei a perceber como é difícil encontrar coisas sem carne no centro ou em lugares mais baratos, e pretendo postar as minhas desventuras mais radicais aqui.

O meu ask tem sido bastante movimentado, http://ask.fm/absimilis se quiserem dar uma passadinha lá pra me amar <3
Beijoca!

Sobre feminismo, amigas, drink e tekpix

Oie gentes, tô sumida né?
Vim falar sobre coisa boa!
Tô muito feliz por ter me "descoberto" feminista e precisava falar disso em algum lugar. Minhas dúvidas foram respondidas, minhas inseguranças com o meu corpo foram superadas e agora eu entendo porque fiquei confusa e fui mal interpretada tantas vezes na vida. Sempre fui livre, fiz o que quis e foram pouquíssimas as vezes que eu recebi um não como resposta e isso é difícil, muuuito difícil quando se vive em uma sociedade machista e patriarcal. É difícil ser mulher e livre porque o princípio do patriarcado é o controle por insegurança. Eu sempre fui insegura, muito mesmo, sofri muito bullying, mas nunca me abri o suficiente pra que alguém conseguisse ver isso. Passava imagem de confiante e fodona que faz o que quer e agora que descobri o feminismo, pois bem, sou fodona e faço o que quero de verdade! Entender que a mídia faz lavagem cerebral na gente desde pequena pra gente pensar que precisa de um homem na vida e aprender a cozinhar e ser fofa/amável/delicada me ajudou a superar todas as minhas inseguranças em relação a minha aparência e meus objetivos como pessoa. Não dependo mais da aprovação alheia, me arrumo pra mim, me sinto bonita, me amo. Não preciso ser amável e delicada, nem fingir que sou pra que me aceitem. Não preciso de autorização pra falar sobre sexo, nem pra fazer, nem pra sair com roupas curtas. Consegui me livrar do peso que é sempre tentar atingir o objetivo de ser inteligente mas não muito/compreensiva/acessório de macho. Não preciso de macho! Vejam só que maravilha! E além de ter melhorado a minha vida em 500% o feminismo ainda veio com as pessoas mais amor que eu poderia imaginar. É todo mundo legal, engraçadx, amor, feliz, sério <3.
Conheci umas meninas do grupo que eu participo lá em BH, tomamos um porre de chopp e foi lindo demais, é tão bom conversar com gente esclarecida, aprendi muito muito e cada dia aprendo mais!
Sobre a tekpix, tô pensando em fazer um curso de fotografia, sei lá, me empolguei com uma aula que eu assisti na UFMG de fotografia digital básica com a Coralinda........................................farei planos e aviso assim que concretizar alguma coisa haha.
Bom dia procês! <3

sobre desabafos e chateações.

Oie gentes. Bom, faz tempo que eu não posto aqui. Andei ocupada e pra quem não sabe, tô namorando, o que exige um pouco do meu tempo livre haha. Hoje eu só vim fazer um desabafo rápido, coisa que quem me conhece já sabe mas que eu preciso botar em palavras pra tirar o peso do meu peito. Meu vô tá doente, e eu não consigo nem colocar em palavras o quanto isso dói em mim. Sei lá, eu tenho esse meu jeito de não falar as coisas pra ninguém, mas dói sabe, alguém que foi seu pai a vida inteira, que te criou, que me mostrou o que é ter caráter, honestidade, trabalhar duro e lutar para conseguir as coisas que você quer. Se teve alguém que me influenciou muito mesmo, foi ele. É difícil ver a idade chegar, ele começar a repetir a mesma coisa um milhão de vezes, falar sozinho o dia todo coisas sem sentido... É difícil ver que mesmo os mais fortes também caem. E eu aqui, com essa minha mania de esconder dos outros o que tô sentindo me afasto e sofro de longe. Agradeço MUITO ter tido ele na minha vida por tanto tempo, por ter mandado muitas cartinhas de dia dos pais e sido uma neta tão filha. Sinto falta da minha vó, mas não consigo imaginar essa casa sem o meu vô. O seu Arnaldo já tá me fazendo falta antes mesmo de ir. Tem tanta coisa acontecendo agora na minha vida que eu acabo negligenciando o que tô sentindo, vou guardando as minhas coisas num desespero de resolver o problema dos outros...Né, acho que fiquei complexada com gente egoísta e tô exagerando pro outro lado. Ou só to querendo cuidar da vida alheia porque é difícil sofrer por algo que não dá pra resolver. No mais, tá tudo bem. Tô trabalhando muito, me tatuando também e assim que puder faço um post mais alto astral pra vocês. Obrigada por lerem, faz muita diferença pra mim.

Beijocas!

Sobre cicatrização, dicas e sugestões.

Oie gentes! Tudo bom? Faz 4 dias que eu fiz a minha ultima tatuagem e ela nem fez casquinha porque eu sou uma linda e cuidei muito bem dela. Assim que tiver com a minha camera eu tiro uma foto e mostro pra vocês. Fiquei 2 dias de plástico e só usei enquanto não tava em casa. Comprei aquele Bepantol Derma (não sei se vocês tão sabendo) e ele é realmente melhor e mais indicado para tatuagem do que o Baby. É mais "cremoso" e mais fácil de espalhar e ser absorvido pela pele, rapidinho a região onde eu passei não está mais com aquela cara de oleosa que o Bepantol normal deixa. E pra quem não se tatua toda semana que nem eu (hehe) ele pode ser usado para várias outras coisas tipo: hidratar os lábios (eu sempre durmo com bepantol na boca, é a melhor coisa agora no inverno), hidratar as cuticulas quando vai fazer a unha em casa, dá pra usar como creme também pra quem tem os joelhos/cotovelos muito secos, enfim, hidrata qualquer coisa (HEHEHE). Tem também o Bepantol líquido que dá pra misturar no creme que você usa pra fazer hidratação no cabelo, funciona muito. 
Quanto a tatuagem, tenho que terminar as folhas e a moldura da bússola, acho que até o fim dessa semana rola (se o Caco deixar haha) e daí tiro mais fotos. Não parei em casa desde sexta por isso tô meio sumida. 
Tô aceitando perguntas e sugestões pro blog, obrigada pra todo mundo que me manda mensagem no tumblr/facebook/twitter e se vocês puderem/quiserem, comentem aqui no blog mesmo, eu to me sentindo meio monga falando sozinha :(


Beijocas!

Sobre o processo da tatuagem e minha mãe.

Oie gentes! Hoje de manhã eu fui ser tatuada pelo Caco (https://www.facebook.com/caco.menegaz) no Pepy Tattoo Estúdio, ali na Praça Osório. Tirei um milhão de fotos e vou postar uma novelinha da minha tatuagem.

Primeira coisa que eu penso (quando vou tatuar) é que roupa eu vou e se não vai apertar/machucar depois que a tatuagem tiver pronta, por isso eu fui bem quentinha e confortável. Nessa foto já eu tô com o decalque na perna vendo se ficou no lugar que eu queria e se fica legal olhando de outros angulos. O estúdio é bem legal e branquinho, dá pra ver né.
 Dá um medo da porra quando você vai tatuar pela primeira vez porque né, olha o tamanho da agulha (elas tão fechadas ainda, ali do lado das máquinas), mas o que entra na pele mesmo é super pouco e ela só é comprida assim porque fica presa na parte de trás da máquina, longe da biqueira. Em cima da mesa tem 
também o desenho original (que o Caco criou pra mim) e em cima dele o decalque. Esse treco verde aí é um speed stick, usado pra deixar a pele "grudenta" e a tinta passar do papel manteiga pra pele.
Depois que ele limpou minha perna (tem que estar depilada, independente do lugar e até os pelos mais fininhos pois eles podem causar infecção e dificultam o trabalho do tatuador), nós decidimos o lugar, ele grudou o desenho em mim e ficou assim.
Começou a alegria. Bom, depende bastante de tatuador pra tatuador, mas o Caco tem a mão SUPER leve, eu sou muito muito fresca (quem já foi tatuar comigo sabe) e eu fiquei conversando com ele quase a tatuagem toda, até dormi uns 15 minutinhos. Fora que (na minha opinião) a panturrilha é um lugar tranquilo pra tatuar, o pior  mesmo foi quando chegou perto da canela e do joelho.
Esse "gel" branco ali é vaselina sólida, é isso que o tatuador usa pra
hidratar sua pele durante a tatuagem e a agulha deslizar melhor. Além disso (li em alguns lugares) a vaselina estanca um pouco possíveis sangramentos e cria uma camada protetora durante o procedimento impedindo a entrada de agentes que podem causar um inflamação.(além de colar os potinhos na mesa).


O Caco, super concentrado tatuando a minha canelinha.



E aqui ela prontinha e com o nome da minha mãe já escrito.
Apesar da minha pele ser super branquinha ela não fica quase nada vermelha nem inchada e eu quase não sangro. Cada pessoa reage de um jeito, eu e o Caco ficamos quase 3 horas hoje tatuando e foi super tranquilo, mas tem algumas pessoas que por causa do inchaço/sangramento/dor não podem ficar mais de 2 horas em uma sessão. Tem que prestar atenção gente, tatuagem não pode ser uma dor insuportável!

Depois do traço pronto, ele trocou as agulhas (as pro traço parecem uma ponta de lapiseira, as pra pintura/sombra parecem um ~pincelzinho~) e fez o sombreado e o preenchimento , que é o que mais dói hahaha.  
Depois de algum tempo e (não muita mas não menos significativa) dor, ela ficou assim!
Não tá pronta ainda, em mais ou menos 15 dias eu vou voltar para pintar as folhas e terminar a rosa, mas já dá para ter uma idéia de como ela vai ficar né? 
Embaladinha e hidratada, logo depois de ter saído do estúdio, os cuidados, a partir de agora, são aqueles que eu falei no outro post


Mãe. Eu sei que você ainda não viu essa tatuagem, e provavelmente vai ver aqui pela internet, mas eu quero te pedir só uma coisa. Apesar de todo o preconceito, todas as coisas ruins que você pensa sobre isso, quero que você entenda quão enorme é o signficado dessa marca pra mim. Essa bússola é o que você representa pra mim. Sei que a gente já passou por coisas bem ruins juntas, mas a gente já fez muita coisa incrível e boa também e mesmo que do seu jeito você sempre me instruiu e me educou pra ser uma pessoa sensata e escolher o melhor caminho a seguir, arcando com as consequências. Tudo o que eu sou hoje é graças a você. Não sou muito normal, eu admito, mas desde muito pequena você me ensinou a ser verdadeira, autêntica e não ligar pro que os outros dizem. E eu me orgulho muito disso sabe, me orgulho por ser assim hoje em dia, por ser sua filha, porque eu não consigo imaginar quão difícil deve ter sido me criar do jeito que você criou. Você superou todos os problemas, ausências, dificuldades, dreads e brigas. Sozinha. E isso é incrível, porque eu não sei o que faria no seu lugar, provavelmente não teria metade da força que você teve. Eu quero que você saiba que eu NUNCA vou deixar de ser sua Fi, não importa quanto eu cresça, pra quão longe eu vá, quantas tatuagens eu tenha...
É difícil ser adulta, é complicado sair do ninho, mas tem coisas que a gente só aprende sozinha e você fez o possível e o impossível para que eu buscasse as coisas certas e fosse uma pessoa de bem, sem fazer mal pra ninguém. Você sempre vai ser o meu exemplo, minha melhor amiga e a única pessoa que eu posso contar. E eu espero que você me considere assim também, porque (como você diz) somos só nós duas, sempre foi, e sempre vai ser. Obrigada por ser minha mãe e por significar tanto pra mim. Eu espero que você entenda.
Te amo.




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